"Da varanda podia ouvir cigarras, um som que só tinha ouvido em filmes e quase desconfiava ser apenas uma ficção exótica."
Felizes os que já apreciaram ao vivo o concerto de uma cigarra, pelo menos o ouvir de longe já vale. O contato com a natureza, desde pequena, me traz as lembranças da infância, quando eu plantava milho e mandioca junto com a minha vó, ao colher feijão andu e cheiro verde e até mesmo quando arrancava as cenouras da terra, comia tudinho e depois devolvia o matinho no mesmo lugar para ninguém perceber... :)
Muitas vezes fui despertada pelos raios de sol a invadirem a janela, acompanhados do canto da cigarra, aquilo me envolvia e me fazia bem, bem ao coração, a mente e ao pulmão, já que sempre sofri com problemas respiratórios. Alguém pode me chamar de velha, velha por gostar da terra, por escutar moda de viola, curtir o Roupa Nova e por ter passado o último Ano Novo numa pequena cidade do interior, longe da badalação da vida urbana (o que me possibilitou ver o maior espetáculo de luzinhas piscantes numa noite mais escura que o habitual, milhares de pirilampos - vagalumes - a bailar e alegrar o dia mundial da paz) mas isso tudo me faz feliz, e isso é o que realmente importa!

A gente tem que fazer o que nos faz feliz. É isso aí.
ResponderExcluirUm beijo,
Luara - Estante Vertical
Verdade Luara!!
ResponderExcluirBeijos, obrigada.
Eu gosto de Roupa Nova e não acho coisa de velho.
ResponderExcluirBjos!!
Cida
Moonlight Books
Ahnn Cida, é o que sempre ouço quando digo que curto o Roupa Nova....
ResponderExcluir